Redes nativas e biodiversas: história de experiências de extensão
Resumo
A perda de espécies de plantas nativas está intimamente ligada à erosão da diversidade cultural das comunidades rurais e urbanas. Diante deste problema socioambiental que as comunidades atravessam, surge a necessidade coletiva de buscar possíveis soluções, construir vínculos com os principais atores sociais (escolas, bairros, representantes do conhecimento popular, espaços de conservação e universidades), e de respeitar os ciclos de vida dos nativos jardins; é que foram consolidados dois projetos de extensão na cidade de Azul (Província de Buenos Aires, Argentina). Este trabalho apresenta histórias e resultados de dois anos de trabalho. Ambos os projetos pretenderam gerar redes e vínculos de trabalho (inicialmente local e depois regionalmente) para reconhecer, revalorizar, reproduzir e cuidar da diversidade de plantas nativas (e seus serviços associados), bem como planejar e criar espaços verdes polivalentes biodiversos. Foram propostas quatro etapas para sua abordagem: 1) espaço de escuta e encontro; 2) diagnóstico e planejamento coletivo; 3) formação de equipes e trabalhos múltiplos e paralelos; 4) avaliação coletiva. Neste processo consolidaram-se diferentes equipas de trabalho, permitindo a cada território (escola, espaços abertos, bairros, etc.) gerar o seu próprio jardim (desenho, seleção de espécies, distribuição) e com ele a sua própria forma de expressão (identidade). Sua relação com plantas nativas. Neste sentido, foram criadas diferentes formas de comunicação do vivido (imagens, vídeos, brochuras, feiras, oficinas, murais, danças, etc.), com as suas diferentes formas de acompanhamento, que respeitaram as dinâmicas, os tempos e os objetivos particulares do cada aglomerado.
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Copyright (c) 2024 María Cecilia Acosta, Marcos Rolando Pavón, María Luciana Alcaraz

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